II - RODAS DE CONVERSA

Como participar desta Campanha?

Há sempre mil modos, como por exemplo falar da Campanha em todos os lugares em que for possível. Em casa, na parada do ônibus, no metro, no táxi, no escritório, na fábrica, na roça, na loja. Uma simples menção a ela pode criar curiosidade para saber mais, nestes tempos em que só se fala nos candidatos a Presidente. E quem sabe acordar a pessoa para a importância do voto para deputado federal e senador.

Mas se pode também procurar elevar o nível de consciência política das pessoas, organizando rodas de conversa com familiares, vizinhos, amigos, colegas de trabalho. Curtas ou longas, só uma ou várias seguidas, com grupos pequenos ou grandes.

Onde for mais fácil: em casa, no bar da esquina em torno de um café ou de uma cerveja, numa sala da paroquia, do sindicato ou do clube, numa praça (sem muito sol nem chuva...). Começando com todos se apresentando e marcando uma hora para terminar, mas tudo sem muita rigidez. Sentados em roda, sem nenhuma posição mais importante, alguém encaminhando as falas para facilitar a conversa mais do que para a dirigir...

Sem querer saber antes qual o partido ou a ideologia das pessoas – para evitar que surjam as polarizações que se tornaram comuns no Brasil de hoje. Fazendo a conversa rolar no respeito mútuo, na tolerância, no diálogo, apoiada em princípios e valores que sejam de todos, como a igualdade social. 

Os temas podem ser muitos, em torno do poder do Congresso e do Poder Legislativo ao nível municipal e estadual, cujos membros somos nós que elegemos.  Ou da sua importância central numa democracia representativa, na qual vivemos e queremos viver. Ou das distorções no seu funcionamento e no processo eleitoral, que uma reforma política teria que consertar. Ou da forma como a corrupção entra no Congresso e degenera o sistema político e a atividade política.

Haverá muita coisa sobre o que trocar ideias. As “pílulas” oferecidas a seguir fornecem sugestões e informações para iniciar conversas. Será ainda melhor se for possível contar com a participação de pessoas que já viveram experiências em Câmaras de Deputados ou de Vereadores ou mesmo somente em partidos ou que os estudaram. Eles podem ter entendido melhor o que é esse mundo da política tão distante da maioria das pessoas.

Valerá a pena escolher bem o deputado e o senador em quem votar. A campanha por um Novo Congresso - é necessário, é possível, e vai ser pelo voto - é promovida por todos que ainda não perderam a esperança. Aproprie-se e compartilhe!

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